Se a revolução dos cravos fosse hoje, não seria. Era um fracasso total, segundo um estudo da Universidade das Equivalências.

A senha, em vez de uma canção, era um meme a publicar nas redes sociais que, por azar, estariam em baixo, desta vez nem o Twitter funcionava. Entretanto, através do tradicional sms os militares conseguiriam comunicar e avançavam para o paiol, para levantar as armas, mas quais armas?

Só havia mesmo chaimites, mas derivado de mais uma greve do advogado do Maserati, não havia combustível em nenhuma bomba e as reservas do Estado, para os militares, tinham sido roubadas.