A editora do manual de Português do 12.º ano que escondeu partes de um poema de Álvaro de Campos garante que não censurou a obra e que simplesmente omitiu versos mais complicados, dando aos professores a liberdade de completá-los. 

“Não seríamos capazes de censurar um ***** de Fernando ******”, pode ler-se no comunicado da Porto Editora, que também não censurou o seu comunicado, apenas deu a liberdade ao público de querer saber tudo. 

Recorde-se que este poema de Álvaro de Campos, heterónimo de Pessoa, contém algumas passagens que estariam mais indicadas para a universidade sénior do que para o ensino secundário.