Já passaram mais de 24 horas desde o início da Parada Militar deste domingo, mas o material ainda não regressou aos quartéis, já havendo mesmo quem fala numa Furtada Militar. 

Segundo algumas testemunhas, depois de descerem a Avenida da Liberdade, em Lisboa, o material continuou, continuou, foi andando, andando, siga, sempre em frente, sem parar, até ter sido avistado um anfíbio português estacionado numa boîte em Talavera. 

Perante tais indícios, já há quem fale em Furtada Militar, nas barbas de todo o país, que inclusivamente aplaudiu à medida que os diversos equipamentos iam sendo furtados. 

“Não será o furto do século, porque esse continua a ser o de Tancos, mas este é seguramente o do mês corrente”, explica José Palma, especialista em furtos.