“Enquanto estiver o tempo assim-assim, vai-se despachando aqui neste banco, depois quando o frio apertar talvez tenha de me enfiar aí algures, talvez numa cafetaria mas eles ou depois querem que a gente consuma”, explica o autarca lisboeta, que está há cerca de dois anos sem gabinete oficial, que também teve de ser cedido para alojamento local.

“O último a ter gabinete foi o António Costa, eu já vim aqui para o banco, naquele banco além é a minha secretária, neste do outro lado estão os assessores e além no alto, naquela árvore, é o vice-presidente”, continua Medina.

Para este autarca, este só mais um sinal de que se trata de um executivo bastante verde e apostado em mudar o paradigma. “Trabalhar num jardim é um enorme privilégio, menos quando a passarada se lembra de “assinar” os documentos com aquele lacre branco, que à conta disso já aprovei uma taxa sem querer. “Não fui eu, foi a gaivota”, conclui.