[the_ad id=”10494″] O braço direito de Donald Trump, que Marcelo trouxe para Portugal depois da sua visita aos Estados Unidos, onde teve ocasião de se encontrar com o Trump, vai fixar exposto no museu da Presidência da República até ser subtraído pelo funcionário do Museu que acaba por levar coisas para casa.

O membro, que tem estado em gelo, vai poder ser observado pelos visitantes do museu. Esta novidade deverá aumentar o volume de turismo em Belém, de maneiras que é o fim daquela pacata freguesia lisboeta.

“Grande coisa”, afirmou entretanto Jessica Simplícia, que se queixa de já ter visto vários membros do presidente norte-americano, mais do que queria e por isso pede 3 biliões de dólares para se calar e não dizer a ninguém.

Sobre o aperto de mão do presidente português ao presidente norte-americano, Marcelo reconhece que exagerou, mas nos cumprimentos a Trump ou se dá ou se leva. “Eu não podia cumprimentá-lo como cumprimento as outras pessoas, sobretudo depois da gastroenterite”, explica o presidente português, “os portugueses habilitavam-se a ter presidenciais antecipadas e por isso entrei eu a matar, só não contava que já estivesse recuperado do achaque e com esta força toda”.

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