Implantes de Jardim rebentam a caminho de Lisboa e acaba por aceitar apenas 1500 milhões

Nos últimos dias, Alberto João Jardim tinha dado sinais de que ia vergar Lisboa e que não aceitava qualquer coisa. À saída da Madeira, o líder do governo regional chegou mesmo a dizer aos madeirenses: «Me aguardem, que eu vou esmifrar aquela gente toda».
No entanto, a meio do voo entre o Funchal e Lisboa, alguma coisa se passou. Jardim sentiu duas pequenas explosões ao nível das partes e ficou subitamente menos exigente. «Queres ver que se me rebentaram os implantes dos tomates, derivado à turbulência!?», questionou, em pânico, Jardim.
«Não pode ser, senhor presidente!», exclamou o secretário regional das Finanças, «como é que a gente vai para a reunião com aquela gente, sem os tomates do senhor presidente no sítio?».
«A gente vai, ouve o que eles têm para dizer e aceitamos, porque não estamos em condições de negociar nada», respondeu Jardim, revelando estar já sob efeito de menos tomates.
Horas mais tarde, como agora se sabe, a Madeira acabou por aceitar 1500 milhões de euros, quando até já se tinha falado em 2000 milhões. «Não, mas não era preciso tanto, está bom assim, obrigadinho, cá nos governamos», disse o líder do governo regional.
