Expresso traz este fim-de-semana Sócrates a comer um croissant e a sair sem pagar

Quando já ia do outro lado da rua, ex-primeiro-ministro disse ao garçon que a ideia de pagar o croissant é uma ideia de criança. «Os croissants são por definição eternos, pelo menos foi isso que eu aprendi», argumentava Sócrates, mas o empregado mostrava-se cada vez mais fulo, até que Sócrates pagou.
O momento foi presenciado pelo correspondente do Expresso em Paris, que estava camuflado numa baguete numa mesa contígua, o que lhe valeu uma trinca.
A seguir, Sócrates foi para a universidade. Quando passou pela secretaria, a madame Fucchon terá gritado «monsieur Aristóteles, não se esqueça de me trazer o certificado de habilitações, peço-lhe todos os dias, ponha um lembrete no telemóvel».
Este momento também foi presenciado pelo correspondente do Expresso em Paris, que estava camuflado numa máquina de venda automática, onde acabou por ficar entalado, depois de um colega de Sócrates ter comprado um néctar de anona, que era justamente a bebida com menor probabilidade de ser pedida.
