Acidente de caça: Manuel Alegre alvejou companheiro ao saber do apoio do PS
Este era mais um domingo de caça calmo para o candidato presidencial Manuel Alegre, quando, de repente, ao final da manhã, alguém grita “Manel, tens o apoio do PS”.
Manuel Alegre, que se preparava para abater um javali previamente sedado, virou a espingarda inadvertidamente na direcção de um companheiro e gritou “o quê?”, isto ao mesmo tempo que cravava doze chumbos – números da GNR – nas nádegas do indivíduo, para gáudio do afortunado javali que seguiu o seu caminho depois de perguntar se já se podia ir embora.
Alegre não ficou menos satisfeito que o javali, mesmo com o companheiro a espernear. O candidato abeirou-se então de quem lhe havia dado a notícia, fazendo questão de ler ele próprio a mensagem no telefone. Só depois o candidato gritou “yes”, “mesmo na pá…” e “levanta-te meu maricas”, esta última para o seu companheiro.



A Confederação Nacional de Acção sobre Trabalho Infantil (CNATI) está preocupada com a moda das apresentadoras grávidas que transformam a sua gravidez numa mais-valia profissional. "É muito preocupante. Bárbara Guimarães e a SIC tratam aquele feto como um patrão pouco escrupuloso da indústria do calçado trata meninos em idade escolar". Para este representante da CNATI, que preferiu o anonimato, falta-nos "um paradigma". Como nos adiantou: "Este fenómeno ainda está mal investigado. O nosso entendimento das relações de trabalho é uma herança da luta de classes e não nos ajuda a enquadrar a nova realidade. Não temos ferramentas, percebe?". Para ele, esta é "uma batalha essencialmente perdida, pois passaria por atribuir ao feto com mais de 10 semanas de gestação uma personalidade jurídica, o que, não sendo consensual na área dos Direitos Fundamentais, seria bizarro no Direito do Trabalho". Mostrando alguma irritação, a nossa fonte rematou: "não nos podemos virar para lado nenhum. Mesmo a luta contra esta instrumentalização da maternidade, à partida uma causa do feminismo, colhe poucos apoios juntos das associações de defesa da mulher. Temos toda uma tradição, herdada do feminismo, repito, de luta contra a objectificação da mulher, mas centrada invariavelmente nas características sexuais secundárias. Sobretudo na mama, se me permite. Há inclusive uma jurisprudência da mama, mas os órgãos internos vivem num vazio legal pela circunstância da sua interioridade. Repare: os meios que a sociedade tem de proibir a instrumentalização do embrião de Bárbara Guimarães são os mesmo que tem para impedir a instrumentalização do pâncreas de Bárbara Guimarães, do seu fígado, do seu esternocleidomastoideu. O que é que conclui? Que o Direito só é cristalino quando lida com o que sai da mulher. Isto é válido para o nascituro, como para os órgãos internos, que só são efectivamente protegidos quando alguém os tenta extrair para venda. Não se pode fazer nada e prevejo o pior. Nem sequer há nome para isto. Trabalho fetal? Como? O que é o pior? Um Globos de Ouro ou um Ídolos que mostre uma ecografia em tempo real do feto da apresentadora e o seu ritmo cardíaco sincopado com um sucesso do José Cid cantado sem playback. Mas note que não sou catastrofista. Ao som de Pedro Abrunhosa é que estaríamos a incubar um psicopata".




